Saindo da Matrix
Junho 11, 2008Nossa! Quantas vezes eu não quis simplesmente dar um pause na minha vida corrida e escrever aqui… Tantas e tantas, dentre as centenas de tarefas e loucuras que o destino me apresenta, diariamente. Não tenho respondido emails, scraps, comentários, não tenho lido os blogs alheios, sms acumuladas no cel, fiquei de ligar, fiquei de sair, fiquei de encontrar, fiquei de fazer, cheguei até a esquecer o aniversário de uma ultra mega super amiga! UFA!
Ainda assim, quando paro pra escrever é com consciência pesada de ter 20 coisas em stand by. Pode?
De certa maneira, foi um bom período. Coisas boas aconteceram no trabalho, fui aos médicos que tanto vinha procrastinando, resolvi algo ainda secreto (uhhh mistério), substitui uma professora no CCAA sábado passado e deu tudo certo, organizei alguns itens pessoais e vou ao show da Joss Stone no dia 12. ♥ -ainda pensando
Eu juro, não quero fazer parte do elenco d’O Diabo Veste Prada brasileiro, mesmo já tendo mencionado o filme 489 vezes nesse blog. Realmente preciso relaxar. Admito. Sempre. O problema é que simplesmente não c-o-n-s-i-g-o.
Como sou perfeccionista, sempre acho que na empresa alguém vai estar bagunçando minhas coisas, mexendo no meu computador (lotado de senhas!!!) ou fazendo tudo do jeito oposto ao que eu planejei. Ok, coisa de gente metódica, chata e fresca. Mas eu não sou essas coisas não. Prometo. Só levo o trabalho um pouquinho a sério. Oras, isso que dá dar um cargo de administração pra uma pirralha: Muita energia, muitas idéias, muita disposição. Afinal, tô numa idade meio crucial, batalhando hoje pra colher amanhã. Não?
Mas não encarem nada disso como lamentação. No final das contas não me sinto nem à vontade para reclamar. Um dos piores momentos da nossa vida é aquela transição, em que você não sabe o que vai fazer da vida, qual sua vocação, seus sonhos não são muito palpáveis, enfim… Eu já passei por isso. E ter um emprego e gostar dele já é um grande avanço, apesar de eu ainda não me sentir completa profissionalmente. Talvez no dia em que eu conseguir desenvolver meu lado artístico simultaneamente, escrevendo, dançando, cantando, tocando teclado, editando vídeos… Poxa, às vezes simplesmente me dá vontade de ser Paris Hilton e vagabundear por aí me financiando como atriz, cantora, bailarina, protagonista de reality show, sex tape (opa! aí não….)
Sabe… Como meu proprio melhor amigo comentou no meu último post, tudo na minha vida começo com um super gás e depois vou largando de mão. Não quero que isso aconteça com o blog, mas fiz uma pequena reflexão. Seria o trabalho a primeira das minhas missões que não estou abandonando aos poucos? Ao contrário, só me dedico mais e mais? Não seria essa uma conquista preciosa pra mim, da qual eu devia me orgulhar? Por que algumas pessoas me condenam mais do que me aplaudem? Se eu não me sinto mal em relação à empresa e consigo manter minha vida pessoal, porque me sinto culpada?
Veja bem, eu não sou morta socialmente!!! Aliás, nos últimos dias, por exemplo, eu vi Quebrando a Banca (recomendo), quase vi Sex and The City mas acabei indo pro Na Pressão, segurei bêbada no Downtown (né Raquel?!), limpei vestido dos outros, participei do Feirão da Casa Própria, da Caixa Econômica (4 dias de muita gente, caos e trabalho de 9h as 22h), brinquei no Hotzone (ai ai ai), tentei ir na Nuth e Hard Rock sem sucesso e ainda aceito sugestões pro resto da semana (tirando sábado♥).
Ah, gente, tenho que ir! Prometo que vou tentar fazer um próximo post legal. Mais legal do que esse, certamente. Pode ser? Redimir-me-ei? rs Digam que sim, digam que simmmmmm… Porque aquelas 20 tarefas me esperam. Aproximadamente. Obrigada por acompanharem o blackout do meu blog, ultrapassei os 2,000 views e isso sinceramente me emociona.
Beijos!!! Cuidem-se! Juízo!!!
Love,
Cau.
Escrito por Cau